Perguntas que em um instante como um turbilhão de coisas veem derrepente e não soupbe responder a nenhuma.
Nessas horas recorremos a amigos para conversar. Exatamente o que fiz, porém, quando me perguntaram o que eu tinha, foi uma coisa que não soube responder também. Ouvi certas coisas que algumas vezes já fizeram sentido: "... as vezes ficamos pensando de mais... que estamos rodeados de pessoas mas sempre acabamos em um momento que nos sentimos sós...". Ok, isso realmente já aconteceu, mas, agora não é a falta de alguém para "sentir saudade" ou coisa do genero. Hoje em questão de poucas horas coisas como deixar emprego e faculdade passaram pela minha cabeça, coisas que sei que me arrependeria em pouquissimo tempo. Estou estranho. Olho um retrato meu e não me reconheço, não porque cresci e mudei, mas tento encontrar a pessoa alegre que era todos os dias independente do que estava a minha volta.
As vezes penso que tenho tendencias suicidas, mas sempre lembro que só se pode fazer isso uma única vez. Já me matei varias vezes com textos, músicas, palavras. Engraçado que quanto mais eu tento ME entender masi fico confuso.
As vezes fico sufucado pelos meus próprios segredos, aqueles que todos temos e guardamos somente para nós, e que na maioria das vezes nem o melhor amigo(a) fica sabendo.
Ficar frustado consigo é tão fácil que começo a me julgar mais do que a qualquer outra coisa/pessoa. Penso em voltar pra Itália, junto com o pensamento "você já foi sua anta, e sabe como foi e agiu muitas vezes errado, fica por aqui e tudo vai 'melhorar'".
E ficar confuso consigo é mais fácil ainda, forte exemplo é o salto entre assuntos que to fazendo. Estou confuso com toda a minha vida.
2 comentários:
acho que a filosofia não está te fazendo bem....nem a sociologia....
pense menos, faça mais!
acho que tu anda um preguiçoso folgado que, não obstante a gostosura, não atualiza mais o blog :P
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